Ideias e blasfêmias de um protótipo de Neandertal, nascido e criado no beco de um bar na Rússia, que só fala português por mera questão do acaso.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Viajando no yellow submarino
A maior comédia do Renascimento burguês está nas palavras fora de contexto utilizadas por um labrador de porte médio que ensinava crianças a chicotear uns negros asiáticos, que pedalavam em triciclos de 6 rodas ao redor de um carrossel encantado que só tocava mixes das músicas da XuxaXa e do Raul .. Gil.
Enquanto era levado por uma pipa terrestre..
Em um universo paralelo onde os humanos humanizam a água
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Seja como água, meu amigo
É isto aí, palavras de Bruce Lee, nos dizendo que devemos ser transparentes, líquidos e sem sabor.
Fonte: http://libertesedosistema.blogspot.com.br/
Fonte: http://libertesedosistema.blogspot.com.br/
domingo, 12 de maio de 2013
Ao infinito e além!
Uma breve explicação sobre uma coisa que é MUITO deturpada por aí.
(Assista até o final, isto é, se você tem coragem muahahah muahahah)
(Assista até o final, isto é, se você tem coragem muahahah muahahah)
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Coreografia da Imaginação
Imaginando
Na confluência inesgotável de palavras
Um rio de imagens distorcidas e atemporais
Tantos braços múltiplos
Rebatendo, torcendo, rindo
Sem nenhum sentido fazer
Nem palavras encaixar
Há de algum bem o trazer
Ou para algum mal te libertar
Máquinas orgânicas improvisando
Onde nenhuma razão pode alcançar
Soltas e difíceis quando não há cercas
Reprimidas e inteligíveis quando presas
Não param como fotos
Mas andam como filmes
Ininterruptos, incansáveis e inacreditáveis
Alçando mais longe, num céu infinito
Para que quem sabe um dia
Possam nunca mais voltar.
Na confluência inesgotável de palavras
Um rio de imagens distorcidas e atemporais
Tantos braços múltiplos
Rebatendo, torcendo, rindo
Sem nenhum sentido fazer
Nem palavras encaixar
Há de algum bem o trazer
Ou para algum mal te libertar
Máquinas orgânicas improvisando
Onde nenhuma razão pode alcançar
Soltas e difíceis quando não há cercas
Reprimidas e inteligíveis quando presas
Não param como fotos
Mas andam como filmes
Ininterruptos, incansáveis e inacreditáveis
Alçando mais longe, num céu infinito
Para que quem sabe um dia
Possam nunca mais voltar.
A maestria de uma despedida
Despedidas são melhores executadas na mata, fechada e vazia, composta por milhares de milhos e árvores tortas. Lá, suas mãos não são vistas, seu eco morre no tronco mais próximo e suas lágrimas são succionadas pela relva. Tudo é verde e nada é pré-conceito, somente há diversidade que difere, que nunca infere uma enorme sobrecarga de felicidade, apenas uma leve sensação de refresco sobre as retinas pululantes. O partir é permitido e muito bem vindo, não há nada que o obrigue a permanecer para sempre com os pés presos na terra. Outras despedidas lhe aguardam, assim como novos bosques anseiam pela sua chegada.
Vida, pobre Vida, sua tola.
Imagina a vida, como seria essa criatura se, ao invés de fraudas quando criança, usasse uma calça legging e um cinto de borracha apertado, obrigando você a rastejar e pedir e chorar. Mas, olha só como é essa palhaça disfarçada de gente, ela anda pelada, sem precisar de apoios ou chinelos para se locomover. Como quisera eu que toda vez que se pusesse a olhar para cima, conseguisse contemplar todas as estrelas que ela pode alcançar, quem dera sua mãe não desse um tapa em sua mão e impedisse essa conquista, que elevaria a vida e a faria caminhar.
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