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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Mostra tua face

Monstros não existem.
Mas existe uma coisa pior: 
A nossa própria cabeça, que é capaz de inventá-los.

sábado, 9 de agosto de 2014

sexta-feira, 14 de março de 2014

Educação Proibida




We don't need no education
We don't need no thought control
No dark sarcasm in the classroom
Teachers leave them kids alone
Hey! Teachers! Leave them kids alone!
All in all it's just another brick in the wall.
All in all you're just another brick in the wall...

Sobre o livro "Ismael", de Daniel Quinn


Uma abordagem mais detalhada de como as coisas vieram a ser como são, utilizando-se de um método socrático, perguntando até chegar à origem, Ismael, o Gorila que procura por alguém com um desejo de salvar o mundo, nos mostra porque encaramos hoje essa situação de desastre contínuo, muito além da mera poluição à natureza, da energia gasta e de toda essa balela dita pela galera que se declara amiga do meio ambiente, Ismael vai no cerne das questões, indo lá atrás, quando o homo sapiens sapiens declarou guerra ao mundo, impondo a tal "Revolução" agrícola por onde passava, dominando terras, pessoas, multiplicando-se sem fim, como se o controle de alimentos fosse a necessidade humana mais latente. Iludidos com esse suposto controle e com o conforto de não ser mais um mero animal no mundo, e tratando o mundo como seu, a racionalidade avançou destruindo tudo que se via pela frente, causando um aumento da população, desordem ao Ecossistema, deixando que o Ego prevalecesse, para que não fosse mais necessário caçar ou viver da extração, não vivendo mais a mercê, imaginando com isso que estaria fazendo um bem e sendo superior, e assim nasceu o maior mito que hoje ainda encenamos: de que o mundo foi feito para o homem. De que o homem é o topo da cadeia alimentar e a sua tarefa é dominar a natureza e se as coisas estão fora do controle, é porque o homem não possui o controle total da natureza, sobre a chuva, os ventos, e por isso que o grande desejo desse ser hoje é conquistar o mundo, tirando o controle total dos deuses (o universo, deus, seja lá o que ou quem for) e tomando o poder como seu.




Todas estas questões passaram sem ele perceber que na realidade a evolução se sucedeu justamente porque os seres se aceitavam como seres no mundo e não como se o mundo fosse deles, e sem a percepção de que o homem não é o último da cadeia, ainda muito para frente outros níveis de consciência estão por vir, mas, para isso, é necessário que o homem abra mão dessa questão egocêntrica, vivendo em comunidade e comunhão com os seres e com o mundo, seja lá qual for o tipo de alimentação. É necessário encarar fatores como a fome, o trabalho, o sentido da vida, como coisas naturais e que estão muito aquém do nosso conhecimento, e de que nosso verdadeiro trabalho é viver, somente. Encarar que a morte é algo natural, de que passar fome é natural, é o autocontrole da natureza para evitar a superpopulação de uma determinada espécie. E quando uma espécie se declara fora das leis da natureza, causa impacto em todos que estão ao redor, pois há uma lei básica e em ação no mundo, a lei da natureza. Não é uma sabedoria de quem ou o que deve morrer, não é só salvando animais, digo isso mesmo sendo vegetariano, porque essa é uma questão que deve ser tratada muito mais afundo sobre a morte de animais, a questão é a vida em comunidade, o respeito e a aceitação de outras espécies, de outras tribos, outros costumes, limites e liberdade. Leia e tire suas próprias conclusões, me respondeu muitas das minhas inquietações e me agregou muitas outras. O autor escreveu mais alguns sobre o assunto, ainda não li, mas está na minha lista de urgências. E fazendo uma pesquisa sobre o livro em livrarias, vi um comentário de uma pessoa que cita o filme “Instinto”, estrelado por Antony Hopkins e Cuba Gooding Jr., que foi baseado ou tem como premissa o livro aqui tratado. Espero alcançar alguém com essa indicação, depois de ler, tomo como tarefa alertar as pessoas, pois é incrível o olhar que se ganha com a leitura, e uma urgência em gritar aos quatro ventos a nossa situação fala mais alto que qualquer outro desejo. Espero que sintam o mesmo.

Deixo aqui um link onde é possível encontrar o próprio Ismael e mais 3 outros livros:
http://escoladeredes.net/group/bibliotecadanielquinn

segunda-feira, 13 de maio de 2013

domingo, 12 de maio de 2013

Ao infinito e além!

Uma breve explicação sobre uma coisa que é MUITO deturpada por aí.
(Assista até o final, isto é, se você tem coragem muahahah muahahah)


terça-feira, 23 de abril de 2013

Charles Chaplin se descobrindo


Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!
Charles Chaplin

10 lições Gandhianas

1. Mude a si mesmo "seja a mudança que quer ver no mundo" 
2. Você está no controle "ninguem pode me machucar sem minha permissão" 
3. Perdoar e deixar passar "olho por olho e o mundo acabará cego"
4. Sem ação você não vai a lugar nenhum "uma grama de prática vale mais que toneladas de pregação" 
5. Cuide deste momento " eu não quero prever o futuro. tomo conta do presente. Deus não me deu controle sobre o momento seguinte." 
6. Todos são humanos "não é sábio ter certeza de sua sabedoria. é saudável ser lembrado que o mais forte pode enfraquecer e o mais sábio pode errar." 
7. Persista "primeiro eles te ignoram, ai riem de você, ai lutam com você, ai você ganha."
8. Veja o lado bom das pessoas e ajude-as " o homem se torna grande no mesmo grau em que ele trabalha para o bem de seus semelhantes." 
9. Seja congruente (coerente), seja autêntico, seja seu verdadeiro ser "felicidade é quando o que você pensa, diz e faz estão em harmonia"
10. Continue a crescer e evoluir
" desenvolvimento constante é a lei da vida, e um homem que sempre tenta manter seus dogmas para parecer consistente dirige-se para uma falsa posição "

(Mahatma Gandhi)

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Uma pequena paráfrase sobre a morte

Nunca se está mais vivo do que quando se olha a morte de perto.

Vide, por exemplo, a montanha-russa, saltar de paraquedas e assistir TV. São experiências que proporcionam propositalmente a sensação de quase morte e renascimento (a última somente por vontade própria, ao se desligar a mesma). Quando se atinge o clímax, seus sentidos se afloram e você passa a enxergar o mundo, como um novo espectador, onde tudo é novo e tudo é interessante.

Escrever para ninguém


Na escrita eu talvez encontre aquilo que não me procura, senão sob efeito de alucinógenos ou de sonhos muito sonhados. E não é diferente em casos em que se escreve ao relento. Talvez, um dia, essas palavras atinjam algum leitor desamparado e perdido, pois não é minha intenção a divulgação de tais ideias sem ideais, tão impertinentes que se presas em minha cabeça hão de causar um colapso mental. Não, senhores (me refiro aos elétrons que recebem essa descarga de palavras ou talvez o ar), minha intenção é escrever para ninguém. Não desejo escrever para mim, pois eu não preciso ler o que eu mesmo já penso, só preciso expurgar isso de alguma maneira e, como não há amigos hoje em dia que se disponham a ouvir, escrevo ao universo, que com certeza plena é meu amigo e há de me entender e entreter, ou então me reverter, para que lotado de metafísica, eu possa morrer.
Caso somente o eco carregue essas palavras, desejo então que ecoe para longe de mim, que já não suporto negligenciar o desejo do meu escritor. Talvez essas palavras sejam rudes, desconexas, mal formatadas, mal pensadas ou até mesmo contraditórias, mas é o melhor que posso fazer. Mas a boa parte de se escrever para o ninguém compensa minha falta de talento nessa arte que admiro tanto: Ninguém não julga e entende que faço o que faço por um bem maior e procura absorver as ideias por detrás de palavras não bem vestidas para uma festa de gala.

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Placas no limite do Universo

Gostaria que esse pensamento fosse meu, talvez o seja em uma realidade paralela, mas por enquanto faz parte de uma confabulação entre Roland de Gilead e o Homem de Preto, diretamente do livro "O Pistoleiro":

"Se você recuasse para o limite do universo, será que encontraria uma cerca de madeira e tabuletas dizendo SEM SAÍDA? Não. Talvez você encontrasse algo duro e arredondado, como o pintinho deve ver o ovo do seu interior. E se você atravessasse a casca beliscando (ou encontrasse uma porta), não poderia jorrar, nesses confins do espaço, uma incrível luz torrencial através da abertura? Você não poderia olhar por ali e descobrir que todo o universo é apenas parte de um átomo numa camada de relva? Não poderia ser levado a pensar que, ao queimar um graveto, você está incinerando uma eternidade de eternidades? Que a existência não avança para um infinito, mas para uma infinidade deles?"

Filosofia do ermitão nômade

Gosto muito desse estilo de vida, que pretendo um dia ainda adotar, mesmo que temporariamente: